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Natura fecha acordo de US$ 67 milhões para encerrar processo contra Avon nos EUA

Neto Rodrigues 24 de fevereiro de 2026
A Avon foi denunciada de vender produtos contaminados por amianto / Foto: Adriano Machado / Reuters

A Natura informou que firmou um acordo para encerrar definitivamente, nos Estados Unidos, um processo envolvendo a Avon Products, mediante o pagamento de US$ 67 milhões (R$ 347,16 milhões).

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De acordo com a companhia, a ação está relacionada a uma sentença de primeira instância desfavorável à Avon Products em um caso que envolvia alegações de contaminação por amianto em produtos à base de talco.

O valor atualizado da condenação era estimado em cerca de US$ 68,8 milhões (R$ 356,49 milhões).

O pagamento será realizado em 6 de março e deverá ser amplamente compensado por recursos provenientes de outras operações: US$ 22 milhões (R$ 114 milhões) referentes à venda da Avon Card e 26,9 milhões de euros (R$ 163,56 milhões) relativos à venda da Avon Rússia.

Em comunicado, a empresa ressaltou que o acordo não representa reconhecimento de culpa ou de qualquer prática irregular por parte da companhia ou de suas controladas, destacando que a decisão atende aos seus melhores interesses, considerando as particularidades da legislação norte-americana.

Em dezembro de 2022, a Natura & Co havia informado que a Avon Products foi condenada nos Estados Unidos ao pagamento de US$ 46,3 milhões após uma consumidora alegar que produtos à base de talco teriam contribuído para o desenvolvimento de câncer.

Rita-Ann Chapman e seu marido, Gary Chapman, afirmam que produtos em pó comercializados pela Avon desde a década de 1950 teriam sido contaminados com amianto durante a formação e a extração do talco.

Segundo o processo, a exposição teria levado Rita-Ann a desenvolver mesotelioma, um tipo de câncer que atinge o mesotélio, membrana que reveste as cavidades torácica e abdominal.

Na ocasião, a Natura & Co informou que a Avon recorreria da decisão.

Segundo a empresa brasileira, a companhia norte-americana acredita ter fundamentos consistentes para reverter o veredicto, citando a exclusão indevida de testemunhas factuais e a negativa de pedidos para anular o julgamento.

A empresa também reiterou que a Avon nunca utilizou amianto em suas fórmulas.

Tags: ESTADOS UNIDOS EUA NATURA

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