
A CPMI aprovou nesta quinta-feira, 26, a quebra dos sigilos bancário e fiscal de Fábio Luís Lula da Silva, filho do atual presidente. A medida também atinge o Banco Master e a empresa CredCesta.
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A votação, realizada de forma simbólica e em bloco, incluiu outros 86 requerimentos.
A sessão foi marcada por tumulto. O deputado Paulo Pimenta (PT-RS) acusou fraude na contagem de votos e pediu a anulação da sessão.
Já a oposição, representada pelo senador Rogério Marinho (PL-RN), defendeu a validade do procedimento.
O presidente da comissão, senador Carlos Viana (Podemos-MG), rejeitou o pedido de anulação e manteve a o resultado.
Além da quebra de sigilo, a CPMI do INSS aprovou acesso a dados bancários do Banco Master e da CredCesta, focando em irregularidades no crédito consignado.
O colegiado também solicitou a prisão preventiva de Abraão Lincoln Ferreira da Cruz, presidente da CBPA, investigado por descontos indevidos em benefícios previdenciários.
Serão ouvidos o ex-deputado André Moura, o empresário Gustavo Marques Gaspar (ex-assessor parlamentar) e Augusto Ferreira Lima (ex-Banco Master), todos citados em investigações de fraudes previdenciária.

