
Uma nova pesquisa liderada por universidades brasileiras quer mapear e melhorar a experiência de turistas neurodivergentes no país.
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O estudo foca em entender os desafios sensoriais e logísticos enfrentados por pessoas com autismo, TDAH e dislexia durante o planejamento e a execução de viagens.
O objetivo é coletar dados que ajudem o setor hoteleiro e as companhias aéreas a adaptarem seus serviços.
Pequenas mudanças, como a criação de “salas de descompressão” em aeroportos e treinamentos para funcionários, podem fazer uma diferença vital na qualidade de vida desses viajantes.
Impacto no Ceará e no Brasil
Com o crescimento do diagnóstico de neurodivergência, o mercado turístico começa a perceber que a inclusão é também uma oportunidade econômica. Destinos que oferecem previsibilidade e ambientes sensoriais controlados estão ganhando a preferência das famílias.
- Foco do estudo: acessibilidade em terminais, sinalização clara e redução de ruídos excessivos.
- Participação: turistas e familiares podem contribuir respondendo a questionários online que servirão de base para novas políticas públicas de turismo.
O Portal Poder News ressalta que o Ceará, como polo turístico, tem muito a ganhar ao adotar essas práticas.
A pesquisa é vista como o ponto de partida para que hotéis e parques cearenses recebam o selo de “Amigo da Neurodiversidade” nos próximos anos.

