
O Ministério da Saúde publicou nesta sexta-feira, 27, as novas diretrizes que expandem o cuidado a pacientes com fibromialgia no Sistema Único de Saúde (SUS).
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O objetivo é padronizar o tratamento e assegurar que o diagnóstico não dependa apenas de exames laboratoriais, focando no relato clínico de dor crônica.
As novas regras estabelecem que o tratamento deve ser integral, unindo o uso de medicamentos específicos com terapias não farmacológicas.
Entre as prioridades estão a oferta de atividades físicas supervisionadas, psicoterapia e práticas integrativas como acupuntura e meditação nas unidades básicas.
Cuidado especializado e medicamentos
O novo protocolo também facilita o acesso a fármacos que ajudam no controle da dor e na melhora do sono e do humor.
A ideia é que o paciente não precise mais percorrer longas distâncias para centros de alta complexidade, recebendo o suporte inicial diretamente no seu bairro.
- Foco do SUS: reduzir o tempo de espera entre a primeira queixa de dor e o início do tratamento especializado.
- Educação em Saúde: o Ministério investirá na capacitação de médicos de família para identificar os pontos de dor e os sintomas associados como fadiga e perda de memória.
O Portal Poder News ressalta que o Ceará possui uma das maiores redes de policlínicas do país, que deve ser beneficiada com a chegada desses novos recursos.
A medida é vista como uma vitória histórica para as associações de pacientes que lutam pelo reconhecimento da fibromialgia como deficiência em diversos estados.

