
O Irã já tem um novo comando. Mojtaba Khamenei, de 56 anos, foi nomeado Líder Supremo pela Assembleia de Especialistas neste domingo, 8.
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A escolha ocorre sob o impacto da morte do seu pai, Ali Khamenei, em bombardeamentos recentes.
Mojtaba é conhecido pelo perfil conservador e pela ligação umbilical com a poderosa Guarda Revolucionária.
A nomeação é um sinal de “mão de ferro” ao mundo: o regime recusa-se a negociar sob pressão externa e mantém a linhagem familiar no topo.
Israel e Estados Unidos já reagiram com hostilidade, prometendo manter a ofensiva militar contra a cúpula do governo em Teerã.
PONTOS CHAVE
Guerra Total: assunção ocorre durante ataques aéreos coordenados contra o Irã.
Linha-Dura: Mojtaba tem apoio total dos militares e deve manter a postura de confronto.
Inédito: é a primeira vez que o poder passa de pai para filho na República Islâmica.
REAÇÃO GLOBAL
Israel: promete perseguir o novo líder.
EUA (Trump): classifica a sucessão como inaceitável.
Teerã: exige a retirada das tropas estrangeiras da região.
A escolha de Mojtaba Khamenei num momento de cerco total sinaliza que o Irã optou pela resistência interna em vez da diplomacia.
Ao manter o poder no núcleo familiar mais próximo, o regime tenta evitar uma fragmentação das suas forças militares, mas coloca o país numa rota de colisão ainda mais direta com as potências ocidentais, transformando a sucessão num teste de sobrevivência para a própria República Islâmica.

