
A proposta de emenda à Constituição que visa extinguir a escala 6×1 é apontada como uma ferramenta estratégica de justiça social.
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Dados do IBGE indicam que as brasileiras dedicam 21,3 horas semanais a afazeres domésticos, enquanto os homens dedicam 11,7 horas.
Essa diferença de quase 10 horas gera uma sobrecarga que compromete a saúde e o desenvolvimento profissional do público feminino.
O movimento pelo fim da escala argumenta que a folga de dois dias permitiria uma redistribuição mais equilibrada das tarefas do lar.
Além disso, a mudança favoreceria a qualificação profissional, permitindo que mulheres presas a rotinas exaustivas possam retomar estudos e cursos técnicos.
- Saúde: redução de afastamentos por Síndrome de Burnout e exaustão física.
- Educação: mais tempo para qualificação profissional e retorno aos estudos.
- Economia: potencial geração de novos postos de trabalho para suprir a demanda.
- Equidade: promoção do compartilhamento do cuidado doméstico entre os gêneros.
A discussão legislativa sobre a jornada de trabalho reflete a necessidade de reconhecer o valor do tempo livre.
Ao priorizar o fim da escala 6×1, o país não apenas moderniza as relações laborais, mas ataca a raiz da desigualdade de gênero, permitindo que a mulher concilie sua trajetória profissional com o bem-estar pessoal e familiar.

