
O governo dos Estados Unidos, sob a presidência de Donald Trump, avalia designar o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV) como Organizações Terroristas Estrangeiras.
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A medida, em discussão avançada neste início de março de 2026, permitiria aos EUA aplicar sanções econômicas severas, como o congelamento de ativos e a proibição de transações em dólar para qualquer entidade ou pessoa ligada a esses grupos.
A iniciativa gera tensão diplomática com o governo Lula, que se manifestou formalmente contra a medida.
Para o Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), as facções brasileiras são organizações criminosas que visam o lucro e não grupos terroristas, que historicamente possuem motivações ideológicas ou religiosas.
No entanto, o governo Trump argumenta que o poder transnacional e a violência dessas facções justificam uma resposta de segurança nacional.
- Impacto Financeiro: bancos brasileiros podem sofrer sanções se tiverem clientes ligados às facções.
- Geopolítica: diplomatas temem que a classificação justifique operações militares unilaterais na região.
- Precedente: Trump já declarou “conflito armado” contra cartéis e capturou Nicolás Maduro em janeiro de 2026.
- Divergência Interna: setores da oposição no Brasil, como as secretarias de segurança de SP e RJ, defendem a classificação.
A tentativa de enquadrar facções criminosas como terroristas reflete a Doutrina Monroe do governo Trump, que busca isolar adversários e combater o narcotráfico com “mão de ferro”.
Se concretizada, a medida forçará o sistema financeiro brasileiro a adotar protocolos de vigilância extremamente rígidos para evitar represálias de Washington.

