
O Mêntore, instituição de pagamentos (IP) 100% digital, concluiu uma série de modernizações tecnológicas ao longo de 2025.
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A iniciativa antecipa a adequação às novas diretrizes do Banco Central do Brasil e reforça o posicionamento da empresa em um cenário de alta complexidade regulatória e demanda por segurança.
A decisão marca uma nova fase estratégica focada na autonomia operacional.
Ao internalizar tecnologia, sistemas e equipe, o Mêntore reduziu a dependência de fornecedores externos, ampliando sua agilidade para inovar e desenvolver soluções proprietárias de forma mais rápida.
Essa estrutura interna dedicada permite uma evolução constante de produtos e serviços.
De acordo com a empresa, o controle direto sobre os processos favorece uma alocação mais precisa de investimentos, com foco em eficiência operacional, controle de custos e excelência no atendimento.
André Neiva, diretor de tecnologia do Mêntore, compara o processo de modernização a uma maratona.
Segundo o executivo, o projeto demandou cerca de um ano de trabalho exclusivo de uma equipe 100% dedicada, utilizando as linguagens e infraestruturas mais modernas do mercado.
A implementação das novas tecnologias ocorre de forma gradual e coordenada.
Neiva ressalta que o trabalho inclui um monitoramento constante para realizar melhorias e correções pontuais, baseadas tanto no diagnóstico técnico quanto nas sinalizações feitas pelos próprios clientes.
Um dos pilares da nova arquitetura é o conceito de Security by Design, que integra a segurança desde a base do desenvolvimento.
A infraestrutura utiliza ferramentas avançadas de gestão e monitoramento para garantir a integridade das transações e a proteção de dados.
A modernização também deu atenção especial aos protocolos de Know Your Customer (Conheça Seu Cliente).
O reforço nos mecanismos de conformidade (compliance) é visto pela instituição como um diferencial competitivo essencial para operar no sistema financeiro nacional.
Para o CEO do Mêntore, Vanderson Aquino, o objetivo é liderar a transformação digital no setor de pagamentos.
Ele afirma que o investimento em tecnologia e compliance não é apenas uma exigência do Banco Central, mas uma estratégia para gerar valor sustentável para parceiros e clientes.
