
O mercado global de tratamento de melasma deve movimentar US$ 4,8 milhões até 2030, segundo projeções da Data Bridge Market Research.
Siga o Poder News no Instagram
A condição, caracterizada por manchas escuras na pele, afeta cerca de 1% da população mundial e apresenta um crescimento anual de 6,8% no setor de tratamentos, impulsionado pela busca por soluções para a hiperpigmentação.
No Brasil, o cenário é ainda mais expressivo devido à alta exposição solar. Dados da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) indicam que 35% das mulheres brasileiras convivem com o diagnóstico.
Diante dessa realidade, procedimentos como lasers de baixa fluência e peelings químicos consolidam-se como as principais escolhas nos consultórios.
Para o Dr. Octávio Guarçoni, referência em medicina estética, o combate ao melasma exige uma abordagem estratégica e individualizada.
Ele explica que a condição é multifatorial, envolvendo processos inflamatórios, estímulos hormonais e exposição crônica à luz, o que descarta o uso de uma solução única para todos os casos.
Atualmente, os protocolos modernos combinam diferentes tecnologias para atuar em várias camadas da pele.
O foco é controlar a produção excessiva de melanina e a renovação celular, sempre com monitoramento rigoroso para evitar o “efeito rebote”, quando a mancha retorna mais intensa após um estímulo agressivo.
Entre as alternativas em ascensão está o Peeling Melan, um protocolo despigmentante que atua na uniformização do tom da pele.
Segundo Guarçoni, a técnica é aplicada de forma personalizada, levando em conta o fototipo do paciente e a profundidade das manchas para garantir resultados seguros e eficazes.
O especialista ressalta, no entanto, que o sucesso do tratamento clínico depende da disciplina do paciente no cuidado diário.
A manutenção em casa, que inclui o uso rigoroso de fotoproteção e produtos prescritos, é considerada essencial para estabilizar a pele e prolongar os efeitos dos procedimentos realizados em consultório.

