
A Receita Federal inicia o pagamento da restituição do Imposto de Renda 2026 no dia 29 de maio, mesma data que marca o fim do prazo para o envio das declarações.
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Diferente de anos anteriores, o cronograma de pagamentos foi reduzido para quatro lotes, que se estenderão mensalmente até o final de agosto.
Uma das principais novidades deste ano é o “Cashback IRPF”, um lote especial de restituição automática programado para o dia 15 de julho.
Essa modalidade beneficiará cidadãos que tiveram imposto retido na fonte em 2024, mas que não estavam obrigados a enviar a declaração em 2025.
O sistema identificará esses valores e realizará o crédito de forma automática.
O pagamento será efetuado diretamente na conta bancária informada na declaração, podendo ser conta corrente ou poupança.
O uso do Pix, desde que a chave seja o CPF do titular, e a utilização da declaração pré-preenchida continuam sendo critérios que garantem prioridade no recebimento, logo após os grupos preferenciais previstos em lei.
O calendário oficial estabelece as seguintes datas: o primeiro lote em 29 de maio, o segundo em 30 de junho, o terceiro em 31 de julho e o quarto em 28 de agosto.
Em situações de empate nos critérios de prioridade, a Receita Federal utiliza a data de entrega da declaração como fator de desempate, beneficiando quem enviou o documento mais cedo.
Na fila de prioridades legais, recebem primeiro os contribuintes com idade igual ou superior a 80 anos.
Na sequência, estão os cidadãos com 60 anos ou mais, pessoas com deficiência ou moléstia grave e, por fim, aqueles cuja maior fonte de renda seja o magistério.
Caso o contribuinte não receba o valor no lote esperado, deve consultar o sistema “Meu Imposto de Renda”.
A retenção do pagamento pode ocorrer se a declaração cair na “malha fina” devido a inconsistências de dados ou na “malha débito”, situação em que a restituição é utilizada para abater dívidas tributárias pendentes com o órgão.
Problemas com dados bancários incorretos também podem travar o recebimento.
Se a restituição for liberada e o banco não conseguir realizar o crédito, os valores são enviados ao Banco do Brasil, onde ficam disponíveis para resgate por um ano.
Nesse caso, o cidadão deve acessar o site da instituição financeira para informar novos dados e solicitar o pagamento.

