
A vereadora Priscila Costa (PL) desconversou sobre a possibilidade de compor a chapa do senador Flávio Bolsonaro (PL) como candidata a vice-presidente.
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Em entrevista nesta quinta-feira, 23, a parlamentar afirmou que tal decisão cabe exclusivamente ao diretório nacional do partido, mantendo o foco em sua pré-candidatura ao Senado Federal.
(Com informações do PontoPoder – Diário do Nordeste)
O nome de Costa é defendido por uma ala do entorno de Flávio Bolsonaro, que vê na vereadora fortalezense o perfil ideal para dialogar com o eleitorado nordestino e feminino.
Priscila foi a parlamentar mais votada nas eleições municipais de 2024 em Fortaleza, o que lhe conferiu capital político para voos maiores.
Apesar da especulação nacional, a vereadora reafirmou que seu compromisso atual é com a corrida por uma cadeira no Senado pelo Ceará.
Ela destacou que sua postulação tem o apoio direto da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro e do presidente nacional da sigla, Valdemar da Costa Neto.
Priscila relatou que sua pré-candidatura ao Congresso Nacional vem se consolidando, refletida em bons desempenhos em pesquisas de intenção de voto.
Contudo, a parlamentar reclamou de tentativas de invisibilização de seu nome em levantamentos locais e de uma falta de reconhecimento por parte do diretório estadual.
No Ceará, o PL vive um racha interno pela vaga no Senado.
Enquanto Priscila conta com o aval da cúpula nacional, o diretório cearense, presidido pelo deputado André Fernandes, tem declarado o deputado estadual Alcides Fernandes — pai de André — como o único pré-candidato oficial da legenda ao posto.
A vereadora utilizou o termo “silenciamento” para descrever a postura dos correligionários cearenses, afirmando que a executiva estadual ignora as diretrizes vindas de Brasília.
Segundo ela, não houve reuniões locais para formalizar sua condição de pré-candidata, o que gera um clima de isolamento político.
Questionada sobre o possível distanciamento do PL Ceará, Priscila afirmou que sua trajetória sempre foi baseada em princípios e que não retirará a candidatura devido à “robusta vontade popular”.
Ela acredita que a definição final das chapas majoritárias deve ocorrer em breve, mas sem data confirmada.

