
O Tesouro Nacional deve distribuir cerca de R$ 5 bilhões para as Eleições Gerais de 2026.
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A verba compõe o Fundo Eleitoral (FEFC) e será destinada exclusivamente ao financiamento das campanhas dos candidatos às siglas partidárias.(Com informações do PontoPoder – Diário do Nordeste)
Desde 2017, com a proibição de doações por empresas, o fundo público tornou-se o principal motor eleitoral.
Segundo especialistas, o recurso é essencial para garantir a viabilidade competitiva de candidatos que não possuem patrimônio próprio elevado.
Diferente do Fundo Partidário, que custeia a manutenção mensal das siglas, o Fundo Eleitoral só é liberado em anos de eleição.
A distribuição segue critérios de representatividade, priorizando partidos com as maiores bancadas na Câmara e no Senado.
Siglas como PL, PT e União Brasil concentram as maiores fatias do orçamento.
Essa disparidade financeira tem impulsionado a criação de federações partidárias, estratégia usada por legendas menores para somar recursos e tempo de propaganda.

