
A síndrome de Burnout parental, caracterizada por esgotamento físico e mental extremo, afeta cerca de 88% das mães brasileiras, segundo levantamento da B2Mamy e KindlePass.
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Diferente do esgotamento profissional, essa condição decorre da sobrecarga contínua nas tarefas de cuidado com os filhos e com a rotina doméstica. (Com informações do PontoPoder – Diário do Nordeste)
Para enfrentar o problema, a Câmara dos Deputados aprovou um projeto de lei que institui a Política Nacional de Apoio e de Prevenção à Estafa Mental ou Burnout Maternidade.
A proposta agora aguarda análise no Senado e busca integrar ações entre os setores de saúde, educação e assistência social.
O projeto prevê o fortalecimento da saúde mental para gestantes e mães dentro do Sistema Único de Saúde (SUS), com foco na identificação precoce de sintomas.
Além disso, a medida sugere a flexibilização das jornadas de trabalho para mulheres com filhos de até quatro anos de idade.
Especialistas alertam que a falta de uma rede de apoio aumenta em 59% as chances de esgotamento moderado a grave entre as mulheres.
A proposta legislativa também ressalta a importância da parentalidade ativa e da divisão igualitária das tarefas familiares para preservar o bem-estar materno.


