
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou, nesta segunda-feira, 11, o Dia Nacional em Memória das Vítimas da Covid-19.
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Durante o evento, o petista subiu o tom contra a gestão de Jair Bolsonaro e sua família no enfrentamento da crise sanitária.
Lula chamou o ex-deputado Eduardo Bolsonaro de “filho fujão”, alegando que ele estaria nos Estados Unidos incitando atos contra a democracia.
O presidente também o acusou de ter sido um dos principais disseminadores de desinformação sobre a eficácia das vacinas na época.
Em seu discurso, o mandatário classificou a conduta do ex-presidente como uma “demonstração de ignorância absoluta” sobre saúde pública.
Ele afirmou que a falta de preparo e o negacionismo do antigo governo foram determinantes para a alta letalidade da doença no país.
O petista também ironizou a rotatividade de ministros da Saúde durante o mandato anterior, que teve quatro nomes no comando da pasta em quatro anos.
Segundo Lula, a escolha de perfis sem experiência técnica adequada comprometeu gravemente as estratégias de combate à pandemia.

