
Claro, livros que estimulem sua imaginação, que lhe façam viajar – nas palavras, ideias e pensamentos; textos que lhe dê criatividade e empatia, tão necessárias à vida hodierna.
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As pessoas estão conversando menos, pessoalmente; o livro pode ser um excelente companheiro para a solidão e para dar base às conversas de hoje e de amanhã.
Claro, livros adaptados à faixa etária da meninada, começando com narrativas visuais, que têm a imagem como pano de fundo.
Essa leitura diária pode ir evoluindo, evoluindo, até chegar aos clássicos da literatura.
Leituras essenciais incluem, atualmente, Ruth Rocha e Pedro Bandeira, além de clássicos universais, como “O Pequeno Príncipe”, “Cinderela”, “João e Maria”, “João e o Pé de Feijão”, “Rapunzel” e tantos outros.
Dizem os experts no tema: “Ler para a criança, inclusive na barriga, fortalece o vínculo” – dela com a mãe, claro!
Olhem o peso dessa afirmação.
Outra boa ideia para pais e professores é manter o livro sempre por perto. Gaveta e armários fechados não são lugares para livros.
“Livro é quem guarda-chuva…”, diz a sabedoria popular: “… “só funciona aberto!”
A leitura da criança deve virar um pequeno debate. Pergunte a ela, por exemplo, algo sobre a histótia lida, para atiçar sua curiosidade e vontade falar do que leu!
Dessa forma, a compreensão dela sobre o texto lido é visitado por uma pessoa importante na vida dela: pai, mãe, avó, tio..
Aqui vamos mais algumas dicas de leitura, para a petizada:
“Marcelo, Marmelo, Martelo”, de Ruth Rocha; “Amoras”, de Emicida – importante para identidade e orgulho; “Alice no País das Maravilhas”, de Lewis Carroll – estimula a fantasia.
De olhos nas fases, de criança pequena, pode-se indicar, para pais e educadores:
Na educação infantil: livros de pano, com texturas significativas; para ela, muitas imagens (mais graúdas) e pouco texto. Outro rico recurso são os livros com letras grandes e rimas; essas, agradam sempre!
Dessa forma, pôr as crianças para terem acesso à leitura, desde cedo, não sinnificará nenhum prejuízo; muito pelo contrário…
Mãos à obras pais, mães, professores, pastores, entidades de moradores de bairro, projetos sociais…
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