
A Intenção de Consumo das Famílias (ICF) atingiu 106,6 pontos em maio de 2026, o maior nível registrado em 11 anos.
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O índice avançou 1,6% na comparação mensal, marcando a sétima alta consecutiva segundo a Confederação Nacional do Comércio (CNC).
O resultado foi impulsionado pela disposição dos brasileiros em adquirir bens duráveis, que saltou 18,5% em relação ao ano passado.
Esse otimismo é sustentado pelo alívio inflacionário em eletroeletrônicos e pela percepção de estabilidade no mercado de trabalho.
Apesar dos recordes, as taxas de juros elevadas ainda funcionam como um freio para as decisões de consumo imediato.
O presidente da CNC, José Roberto Tadros, ressalta que o custo do crédito dificulta as vendas e limita o poder de compra das famílias.
O fôlego do comércio vem sendo sustentado principalmente pelas famílias com renda de até 10 salários mínimos.
Esse estrato da população viu sua intenção de consumo crescer 3,9% no ano, beneficiado por uma inflação mais baixa para as faixas de menor renda.


