
A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) aprovou, nesta sexta-feira, 29, um reajuste máximo de 5,11% para os planos de saúde individuais e familiares.
Siga o PODER NEWS no Instagram
O índice é o menor registrado desde o ano 2000, desconsiderando o período da pandemia, e afeta cerca de 7,7 milhões de beneficiários em todo o país.
O novo percentual deve ser aplicado apenas no mês de aniversário de cada contrato firmado a partir de 1999.
Para os planos que venceram em maio e junho, as operadoras estão autorizadas a realizar a cobrança de forma retroativa a partir de julho ou agosto.
A decisão surpreendeu o mercado financeiro, pois o percentual ficou abaixo do aumento de 7,8% que era esperado por grandes bancos.
Como reflexo imediato do anúncio, as ações de operadoras como Hapvida e Rede D’Or registraram queda na bolsa de valores paulista.
Analistas alertam que o reajuste pode ser insuficiente para enfrentar a alta pressão de custos médicos e o envelhecimento da população.
A situação amplia o risco de redução nas margens de lucro do setor, especialmente para empresas com maior volume de contratos individuais em suas carteiras.


