
A União Europeia oficializou a exclusão do Brasil da lista de países autorizados a exportar produtos de origem animal para o bloco econômico.
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A medida, que entra em vigor em setembro de 2026, pode gerar uma perda anual de US$ 2 bilhões ao agronegócio brasileiro.
A restrição foi motivada pela falta de garantias sobre o controle do uso de antimicrobianos na pecuária nacional.
O veto atinge carnes bovina e de frango, além de mel e pescados, enquanto vizinhos como a Argentina e o Uruguai mantêm suas permissões de envio.
O Ministério da Agricultura trabalha para reverter a suspensão antes do prazo final estipulado pela Comissão Europeia.
O governo federal já proibiu a fabricação de medicamentos usados como promotores de crescimento para tentar se adequar às rigorosas exigências sanitárias estrangeiras.
Lideranças do setor receberam a decisão com surpresa, alegando que o sistema de fiscalização brasileiro é historicamente rigoroso.
A perda financeira projetada impacta o país em um momento de consolidação de novos acordos comerciais entre o Mercosul e o mercado europeu.


