
O governo federal reduziu as exigências para empresas acessarem os financiamentos do Plano Brasil Soberano nesta segunda-feira, 8.
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A mudança diminui de 5% para 1% o impacto mínimo no faturamento necessário para que uma companhia se torne elegível ao crédito.
A medida beneficia exportadores afetados por tarifas comerciais nos Estados Unidos e instabilidades no Oriente Médio.
Os recursos, operados pelo BNDES, buscam proteger a competitividade nacional diante de crises financeiras globais.
As linhas de crédito podem ser usadas para capital de giro, compra de máquinas e projetos de inovação.
O objetivo é garantir que as indústrias brasileiras consigam adaptar seus produtos às novas exigências dos mercados internacionais.
Antes da flexibilização, a demanda por crédito no setor industrial já somava R$ 6,7 bilhões.
A expectativa do Ministério do Desenvolvimento é de que o volume de contratações cresça aceleradamente nos próximos meses.

