
O envelhecimento da população brasileira tem colocado os filhos no papel de cuidadores, tarefa que frequentemente gera esgotamento físico e mental.
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Dados indicam que nove em cada dez cuidadores informais no país são mulheres, com uma idade média de 48 anos.
Para enfrentar esse cenário, a psicopedagoga Danniela Rolim Medeiros defende que o cuidado preventivo deve começar por volta dos 45 anos.
Estimular o cérebro com desafios mentais, exercícios físicos e convívio social é fundamental para preservar o raciocínio e a memória de quem cuida e de quem é cuidado.
A especialista alerta para a importância de manter a autonomia do idoso, evitando que a família tome todas as decisões por ele.
Incentivar a aprendizagem de novas tecnologias e a participação em escolhas do cotidiano ajuda a preservar funções vitais, como a atenção e a capacidade de tomada de decisão.
Atividades simples, como escovar os dentes com a mão não dominante ou mudar trajetos habituais, são exemplos eficazes de treinamento cerebral.
Estudos reforçam que a combinação de exercícios físicos e cognitivos aumenta a plasticidade cerebral, retardando o declínio natural associado à idade.



