
O Conselho Federal de Medicina publicou novas normas que regulamentam a aplicação da inteligência artificial na prática médica em 2026.
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A medida autoriza a tecnologia como suporte para decisões clínicas, gestão hospitalar, pesquisa científica e educação continuada, desde que respeitados os limites éticos da profissão.
Para Luis Gustavo Veras, sócio-fundador da Brain Med, a inovação não substitui o profissional, mas amplia consideravelmente sua capacidade analítica.
O executivo destaca a necessidade de preparar os médicos para utilizarem essas novas ferramentas tecnológicas com responsabilidade e foco no paciente.
O debate ganha força entre médicos que buscam unir conhecimento técnico a estratégias modernas de gestão e relacionamento.
O futuro da saúde projeta um cenário cada vez mais integrado, onde ciência e tecnologia caminham juntas para fortalecer o atendimento e o ambiente de negócios no setor.
