
Com uma estratégia voltada para o crescimento sustentável e de longo prazo, o Grupo Manhattan, por meio da Construtora Manhattan, projeta um land banking de R$ 4 bilhões, consolidando uma das principais reservas de terrenos para futuros empreendimentos no Nordeste.
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As áreas estão distribuídas entre os estados do Ceará e do Piauí, incluindo ativos em Teresina (PI), e integram o planejamento da companhia para os próximos anos.
A estratégia de land banking consiste na aquisição e manutenção de terrenos em regiões com potencial de valorização, garantindo um estoque estratégico para o desenvolvimento de novos projetos e reduzindo a exposição às oscilações do mercado imobiliário.
Tradicionalmente, essa prática é adotada por grandes incorporadoras e construtoras, além de fundos de investimento imobiliário e investidores privados de perfil patrimonial.
Segundo o Grupo Manhattan, a formação desse banco de terrenos reforça o compromisso da empresa com a expansão planejada e com a identificação de regiões com forte potencial de crescimento econômico e turístico.
“O land banking representa uma visão de longo prazo. Mais do que adquirir terrenos, estamos estruturando as bases para o desenvolvimento de projetos que acompanhem as transformações do mercado e as novas demandas dos consumidores. É uma estratégia que proporciona segurança, previsibilidade e capacidade de crescimento para os próximos ciclos”, afirma Pedro Felipe Borges Neto, presidente do Grupo Manhattan.
Com mais de duas décadas de atuação, o Grupo Manhattan possui empreendimentos nos segmentos residencial, corporativo e turístico.
A companhia vem ampliando sua presença em áreas estratégicas do Nordeste, acompanhando o movimento de valorização imobiliária e o crescimento de regiões com vocação para moradia, negócios e turismo.
“Ter um banco de terrenos robusto significa estar preparado para aproveitar oportunidades e desenvolver projetos em locais que apresentam perspectivas de valorização e desenvolvimento. Essa é uma prática comum entre grandes players do setor e faz parte da nossa visão de futuro”, completa Pedro Felipe Borges Neto.
A expectativa do Grupo Manhattan é que os ativos adquiridos sirvam de base para novos empreendimentos que contribuam para o desenvolvimento urbano e econômico das regiões onde a companhia atua, reforçando seu posicionamento no mercado imobiliário de alto padrão.
