
A campanha Julho Amarelo reforça o combate às hepatites virais, doenças silenciosas que atingem cerca de um milhão de brasileiros.
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Segundo o Ministério da Saúde, a falta de diagnóstico é o principal desafio, já que a hepatite C sozinha responde por mais de 70% das mortes associadas a infecções hepáticas no país.
A ausência de sintomas nas fases iniciais pode levar a quadros graves de cirrose e câncer de fígado sem que o paciente perceba a inflamação crônica.
Especialistas da Rede Oto explicam que as formas de transmissão variam desde o consumo de água e alimentos contaminados (tipo A) até o contato com sangue e via sexual (tipos B e C).
O rastreamento por meio de testes rápidos é a maneira mais eficaz de detectar os vírus em poucos minutos e evitar danos irreversíveis ao órgão.
Para o tipo B, a vacinação é a principal defesa disponível no SUS, enquanto a hepatite C apresenta taxas de cura superiores a 95% quando tratada precocemente com medicamentos modernos.
