
Caminhoneiros iniciaram uma paralisação em pontos de distribuição de Santos, no litoral paulista, nesta segunda-feira, 13.
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O movimento busca pressionar o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, a colocar em votação a “MP do Frete” antes que a medida perca a validade na próxima quinta-feira, 16.
A proposta estabelece um piso mínimo de custos para o transporte rodoviário de cargas no país, visando evitar que motoristas trabalhem abaixo do custo operacional.
O texto prevê punições para empresas que descumprirem os valores, incluindo multas calculadas sobre a diferença do frete pago.
O relatório atual, aprovado na Câmara em junho, flexibilizou penalidades ao retirar multas fixas de até R$ 10 milhões, consideradas desproporcionais pelo setor produtivo.
Contudo, a medida mantém a previsão de suspensão do registro para transportadoras que acumularem infrações recorrentes em um período de 24 meses.
Apesar do anúncio da greve, a Polícia Militar informou que as vias em Santos seguiam liberadas para o tráfego de veículos durante a manhã.
Além da votação imediata da MP, a categoria reivindica isenção de pedágio para eixos suspensos e a redução do ICMS sobre os combustíveis para aliviar os custos da atividade.
