
O Ministério da Fazenda elevou a estimativa da inflação para 5,1% em 2026, ultrapassando o teto da meta de 4,5%.
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Por outro lado, a equipe econômica manteve a projeção de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) em 2,3% para o mesmo período.
A revisão negativa para os preços reflete a alta do petróleo no mercado internacional e os impactos do El Niño na produção de alimentos.
Conflitos geopolíticos no Oriente Médio e o encarecimento de fertilizantes são apontados como os principais riscos inflacionários.
A atividade econômica deve ser sustentada principalmente pelos setores de serviços e da indústria ao longo do segundo semestre.
Já a agropecuária deve apresentar desaceleração após registrar safras recordes de soja no início do ano.
Os novos dados servirão de base para o relatório de receitas e despesas que define possíveis bloqueios no Orçamento da União.
A expectativa do governo é que os índices de preços voltem a convergir para a meta central de 3% a partir de 2027.
