Estreia, nesta quinta-feira, 16, a adaptação para o cinema de uma das histórias mais antigas da literatura ocidental, “A Odisseia”, supostamente escrita por Homero, há mais de 3 mil anos.
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A obra homérica é um poema épico que acompanha as aventuras do herói grego Odisseu (Matt Damon) em sua volta para casa após a Guerra de Troia.
O conflito, propriamente, ocorrido no século XII ou XIII antes do nascimento de Jesus Cristo, é retratado em outro livro, “A Ilíada”.
O lendário confronto teria sido em Anatólia (atual Turquia), entre gregos (aqueus) e troianos.
A história é uma das maiores lendas da Antiguidade. Mistura eventos históricos reais com fortes elementos da mitologia grega.
Há inúmeras versões dos dois livros atribuídos a Homero – inclusive, adaptações em prosa (narração) em vez de versos, nem sempre de fácil leitura.
O FILME
O guerreiro enfrenta criaturas míticas e deuses em sua jornada de retorno onde sua esposa Penélope (Anne Hathaway) o aguarda.
O rei de Ítaca descreve sua trajetória esbarrando com seres como o Ciclope Polifemo, as sereias e a feiticeira/deusa Circe.
Na leitura cinematográfica de Nolan, o retorno de Odisseu ganha contornos fantásticos, com o protagonista enfrentando monstros e encontrando deuses gregos em sua jornada.
A crítica especializada vem tratando “A Odisseia” como o filme mais aguardado de 2026.
Nolan é diretor dos mais prestigiados, atualmente. É dele, por exemplo, “Oppenheimer” (2023), “Interestelar” (2014) e “A Origem” (2010).
A mega produção inova em detalhes técnicos que prometem entregar melhor experiência diante da telona.
Entre as novidades está a chamada Câmera IMAX, com película especial que capta mais campo de visão e possibilita mais e melhores detalhes de imagem.
