
A General Motors (GM) elevou sua projeção de lucro para 2026 pela segunda vez consecutiva, estimando agora um ganho anual de até US$ 16 bilhões.
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O lucro operacional da companhia no segundo trimestre registrou um salto de 30% em comparação ao mesmo período do ano anterior, superando as expectativas de analistas.
O desempenho positivo foi impulsionado pela forte demanda por SUVs e picapes de alto valor agregado no mercado norte-americano.
Mesmo diante da inflação persistente e da alta dos combustíveis, o preço médio de venda dos veículos da montadora se manteve elevado, atingindo a marca de US$ 52 mil por unidade.
Para mitigar o impacto das tarifas comerciais impostas pelo governo dos EUA, a GM acelerou o processo de repatriação da produção de modelos como o Chevrolet Equinox e o Blazer.
Essa estratégia visa reduzir a dependência de fábricas no exterior e compensar os aumentos de custos com matérias-primas e softwares.
A montadora também foi beneficiada pela flexibilização das regras de emissões, o que permitiu ampliar a venda de modelos a combustão, que são mais lucrativos.
Paralelamente, a empresa conseguiu reduzir significativamente as perdas no segmento de veículos elétricos, focando na eficiência operacional e na geração de caixa para os próximos anos.
