
O Museu de Arte Contemporânea do Ceará (MAC Dragão) inaugurou, a exposição coletiva “Terror celestial”.
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A mostra reúne obras de diversos artistas LGBT+ que utilizam a estética do terror para discutir questões de gênero, identidade e resistência política.
Com curadoria de Lucas Dilacerda, a exposição traça um paralelo entre a história da colonialidade e a narrativa dos filmes de horror.
O objetivo é refletir sobre como grupos marginalizados ressignificam termos como “monstro” e “aberração”, transformando-os em potências criativas e ferramentas de cura.
A estrutura da mostra divide-se em três eixos temáticos: Monstros e quimeras, Espiritualidade terrena e Terror das formas.
Participam da coletiva nomes como Isadora Ravena, Higo José e Luciana Magno, apresentando obras que desafiam as linguagens clássicas das belas artes e exploram novas visualidades.
O projeto oferece recursos de acessibilidade, incluindo textos em Libras e audiodescrição disponíveis via QR Code para os visitantes.
A visitação gratuita segue até o dia 4 de outubro no Centro Dragão do Mar, funcionando de quarta a domingo em horários variados.
