
O governo federal anunciou, nesta sexta-feira, 25, a liberação de R$ 5,7 bilhões para gastos dos ministérios em 2026.
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A decisão foi fundamentada em uma revisão para baixo das despesas previstas, criando margem dentro das regras do arcabouço fiscal.
Mesmo com o desbloqueio, o orçamento ainda mantém R$ 17,9 bilhões contingenciados para assegurar o cumprimento das metas fiscais.
O governo reduziu as projeções de custos com pessoal e benefícios previdenciários, o que permitiu reequilibrar as contas do período.
Os recursos liberados serão destinados aos “gastos livres”, que abrangem investimentos, verbas para universidades e ações de fiscalização.
O detalhamento de quais pastas serão contempladas será oficializado por decreto no dia 30 de julho.
Com os novos ajustes, a estimativa de déficit para este ano caiu de R$ 60,3 bilhões para R$ 52 bilhões.
Além disso, a gestão reservou R$ 14,5 bilhões para custear subsídios aos combustíveis, visando atenuar os efeitos dos conflitos no Oriente Médio.
