
O governo de Donald Trump organiza o envio de dois altos funcionários do Departamento de Estado a Brasília para questionar a transparência das urnas eletrônicas brasileiras.
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Segundo o jornal The Washington Post, a missão deve ocorrer poucas semanas antes do primeiro turno das eleições, marcado para 4 de outubro.
A movimentação gerou forte reação nos bastidores da diplomacia nacional, que classifica a iniciativa como um estratagema incompatível com a democracia brasileira.
Autoridades locais suspeitam que o objetivo dos enviados americanos seja reunir-se com críticos do sistema para elaborar um relatório voltado a deslegitimar o processo de votação.
O envio dos emissários marca uma mudança drástica na postura de Washington, que em 2022 atuou para reforçar a estabilidade das instituições do Brasil.
Atualmente, a relação entre os dois países vive um clima de tensão, agravado por disputas tarifárias e pelos processos criminais que mantêm o ex-presidente Jair Bolsonaro em prisão domiciliar.
Apesar das investidas políticas, observadores internacionais da OEA e especialistas reiteram que o modelo eletrônico brasileiro é um dos mais robustos e seguros do mundo.
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) já desmentiu formalmente as alegações de vulnerabilidade que continuam sendo exploradas por setores da oposição e por influenciadores conservadores.
