
Por Acrísio Sena
Há conquistas que transformam a vida das pessoas sem fazer muito barulho. O Brasil digital é uma delas.
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Em poucos anos, passamos a carregar no celular documentos, serviços públicos, pagamentos, receitas médicas e uma infinidade de soluções que aproximaram o Estado do cidadão.
O Pix revolucionou a economia popular. O Gov.br reuniu centenas de serviços em uma única plataforma. O SUS Digital ampliou o acesso à saúde.
A Receita Federal simplificou a declaração do Imposto de Renda. São avanços que reduziram burocracias, democratizaram o acesso aos serviços públicos e facilitaram a vida de milhões de brasileiros.
Nossa democracia também integra essa transformação. As urnas eletrônicas, aperfeiçoadas ao longo de quase três décadas, garantem rapidez, segurança e transparência ao processo eleitoral.
Questionar e aperfeiçoar sistemas é próprio da democracia.
O que não fortalece o país é espalhar desinformação para desacreditar instituições que sempre responderam com tecnologia, auditoria e transparência.
O governo do presidente Lula compreendeu que o próximo passo desse processo é aprofundar a transformação digital sem abrir mão da inclusão social.
Modernizar o Estado não significa afastá-lo das pessoas. Significa torná-lo mais eficiente, mais acessível e mais presente na vida de quem mais precisa.
Ainda há desafios, como ampliar a inclusão digital e fortalecer a proteção dos dados dos cidadãos. Mas o caminho está certo. Um país moderno não se constrói apenas com obras de concreto.
Constrói-se também com instituições fortes, tecnologia a serviço da população e políticas públicas capazes de melhorar o cotidiano das pessoas.
Esse é o Brasil que cabe na palma da mão: um país que investe em inovação para ampliar direitos, fortalecer a democracia e fazer o Estado chegar onde o cidadão está.
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