
O presidente da federação União Progressista no Ceará, Capitão Wagner (União), manifestou surpresa com a ação judicial movida pelos diretórios estaduais do União Brasil e do PP.
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O dirigente afirmou que havia um acordo prévio entre as lideranças para evitar que a decisão da convenção fosse levada aos tribunais.
A ação em questão pede a anulação da convenção que oficializou o apoio da federação à candidatura de Ciro Gomes (PSDB).
Enquanto os partidos decidiram individualmente apoiar a reeleição de Elmano de Freitas (PT), a instância superior da federação optou por caminhar com a oposição.
Wagner classificou a medida como “precipitada” e afirmou que uma reviravolta jurídica é improvável.
Segundo ele, o estatuto da federação é claro ao dar poder soberano à direção estadual do grupo para definir as alianças majoritárias, independentemente das escolhas isoladas de cada sigla.
O impasse agora aguarda uma definição do Tribunal Regional Eleitoral (TRE-CE).
Capitão Wagner revelou estar em contato com a direção nacional da federação e acredita que um posicionamento oficial em respaldo à sua decisão será divulgado em breve.
