
A Grande Fortaleza registrou a segunda maior prévia da inflação do Brasil no acumulado de 2026, atingindo a marca de 4,11%.
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O índice da região metropolitana superou a média nacional de 3,51%, ficando abaixo apenas do resultado observado em Recife.
Os grupos de educação e transportes foram os principais responsáveis por impulsionar o custo de vida na capital cearense.
Altas expressivas no óleo diesel e nas passagens de ônibus urbano, que subiram mais de 20%, sustentaram a pressão sobre o índice.
No setor de alimentos, o levantamento do IBGE destacou que produtos como tomate e cenoura chegaram a dobrar de valor no ano.
Em contrapartida, houve recuo nos preços de itens básicos como açúcar e óleo de soja, aliviando parcialmente o orçamento das famílias.
Apesar do acumulado elevado, a inflação em Fortaleza desacelerou para 0,13% no mês de julho.
No cenário nacional, o país registrou o menor IPCA-15 para o mês desde 2023, refletindo uma queda nos preços de alimentação e bebidas em diversas capitais.
