
O comércio eletrônico no Brasil movimentou R$ 208,4 bilhões entre janeiro e junho de 2026.
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O resultado representa um crescimento de 16,9% em comparação ao mesmo período do ano passado, segundo o relatório “Da Compra à Confiança”.
O volume de pedidos saltou 34,8%, demonstrando que os consumidores brasileiros passaram a comprar com maior frequência.
Por outro lado, o tíquete médio das transações recuou 13,3%, fixando-se em R$ 275,50 por compra.
Categorias ligadas à Copa do Mundo, como televisores de tela grande e vestuário esportivo, foram fundamentais para o desempenho do período.
O setor de saúde também registrou forte expansão, impulsionado pela venda de canetas emagrecedoras, que cresceu mais de 200%.
A gestão de pós-venda segue como um desafio estratégico, já que 55% das devoluções ocorrem devido à escolha incorreta de tamanhos.
A expectativa é que o setor encerre o ano com um faturamento recorde de R$ 462 bilhões, consolidando o avanço do varejo digital.
