
O ex-governador de Goiás e pré-candidato à Presidência, Ronaldo Caiado (PSD), utilizou o conceito de “síndrome de Estocolmo” para criticar os eleitores de Lula e Flávio Bolsonaro.
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Em Belo Horizonte, o político afirmou nesta sexta-feira, 31, que é intrigante como os dois nomes mais rejeitados nas pesquisas ainda lideram as intenções de voto.
Como médico, Caiado comparou a lealdade dos eleitores à condição psicológica em que vítimas desenvolvem laços afetivos com seus agressores.
O parlamentar defendeu que o país precisa romper com a polarização entre o atual governo e o bolsonarismo para avançar em um novo projeto de gestão.
Durante a entrevista, o presidenciável também acusou Lula de utilizar a “máquina pública” para abafar investigações envolvendo seu filho, Fábio Luís.
Para Caiado, os escândalos familiares do presidente serão temas centrais nos debates eleitorais que se aproximam.
O ex-governador encerrou suas críticas focando na política externa, alegando que o governo petista tem criado desgastes diplomáticos desnecessários.
Ele citou as tensões com os líderes da Argentina, Javier Milei, e dos Estados Unidos, Donald Trump, como exemplos de falhas na condução das relações internacionais.
