
O mercado financeiro reduziu, pela sexta semana consecutiva, a projeção da inflação oficial para 2026, que agora está estimada em 5,02%.
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Além do IPCA, os analistas consultados pelo Banco Central também revisaram para baixo a expectativa de crescimento do PIB, ajustada para 1,98%.
A previsão para a cotação do dólar permaneceu estável em R$ 5,20, mantendo o patamar observado nos últimos dois meses.
Para a taxa básica de juros (Selic), a estimativa ao fim do ano continua em 13,75%, o que sugere a continuidade do ciclo de cortes por parte da autoridade monetária.
O Banco Central utiliza os juros como principal ferramenta para frear o consumo e garantir que os preços convirjam para a meta estabelecida.
Na última reunião do Copom, encerrada em 5 de agosto, a Selic foi reduzida para 14% ao ano, marcando o quarto recuo consecutivo da taxa.
Apesar da melhora nas projeções, a inflação ainda permanece acima do limite superior da meta de 4,5%.
O comitê de política monetária alerta que incertezas no cenário internacional, especialmente os conflitos no Oriente Médio, exigem cautela na condução da economia brasileira.

