
A inflação oficial do Brasil, medida pelo IPCA, registrou variação de 0,07% em julho, apresentando uma desaceleração em relação ao mês anterior.
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No acumulado de 12 meses, o índice atingiu 4,44%, mantendo-se dentro do intervalo de tolerância estabelecido pelo Banco Central.
A queda nos preços de itens básicos, como o tomate (-29%) e a batata-inglesa (-19,5%), foi o principal fator que segurou o indicador no mês.
O grupo de alimentação e bebidas registrou recuo de 0,67%, compensando a pressão inflacionária vinda de outros setores da economia.
Em contrapartida, o setor de habitação liderou as altas com um avanço de 0,99%, impulsionado pelo encarecimento da conta de luz residencial.
O reajuste tarifário em grandes capitais e a permanência da bandeira amarela elevaram o custo da energia elétrica em mais de 3% no período.
Já o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), que mede o custo de vida para famílias de menor renda, fechou julho em campo negativo (-0,01%).
Essa deflação foi sustentada pelo barateamento da cesta de alimentos e pela redução nos preços dos combustíveis nos postos brasileiros.

