
A participação das plataformas clandestinas no mercado de apostas brasileiro registrou queda no primeiro semestre de 2026.
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Segundo levantamento da LCA Consultores e do Instituto Locomotiva, a incidência de jogos ilegais recuou para a faixa entre 38% e 44%, refletindo os primeiros resultados das medidas de combate adotadas pelo Governo Federal.
Desde a implementação do mercado regulado em 2025, o setor já contribuiu com R$ 9,95 bilhões em tributos e outorgas.
Além do impacto fiscal, as operadoras autorizadas geraram cerca de 15,5 mil empregos diretos e indiretos, consolidando uma cadeia produtiva que exige maior segurança jurídica para os apostadores.
O estudo aponta que 77% dos usuários reconhecem que os sites clandestinos são mais perigosos por ignorarem as normas de jogo responsável.
O perfil majoritário dos apostadores expostos ao mercado ilegal é composto por jovens entre 18 e 29 anos e pessoas com renda familiar de até dois salários mínimos.
Apesar do recuo estatístico, o Instituto Brasileiro de Jogo Responsável (IBJR) alerta que o desafio de fiscalização permanece contínuo.
A entidade reforça a necessidade de evitar assimetrias regulatórias que possam tornar as plataformas sem licença mais atrativas financeiramente para o consumidor final.
COMO IDENTIFICAR
Para garantir a segurança, o apostador deve verificar se o site utiliza obrigatoriamente o domínio oficial “.bet.br”.
As operadoras legais também devem exigir reconhecimento facial no cadastro e aceitar apenas pagamentos via Pix ou débito de contas do titular, sendo proibido o uso de cartões de crédito ou criptomoedas.

