
A taxa de desemprego no Ceará recuou para 6,95% no primeiro semestre de 2026, uma melhora de 0,35 ponto percentual em relação ao ano anterior.
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Ao mesmo tempo, o estado alcançou um marco histórico: pela primeira vez, a proporção de trabalhadores informais ficou abaixo de 50%, fechando o período em 48,7%.
A queda na desocupação foi ainda mais expressiva em Fortaleza, onde o índice baixou de 8,3% para 7% no segundo trimestre.
Segundo o IBGE, o aquecimento do mercado de trabalho reflete a demanda sazonal por mão de obra, embora o Ceará ainda apresente a 9ª menor taxa de formalização do país.
Apesar dos avanços locais, o Nordeste continua registrando o maior desemprego do Brasil, com uma média regional de 7,6%.
A situação é particularmente crítica entre os jovens de 18 a 24 anos, cuja taxa de desocupação atingiu 16,3%, o patamar mais elevado entre todas as regiões brasileiras.
Especialistas destacam que o trabalho por conta própria permanece como uma das principais fontes de renda na região, abrangendo mais de 27% dos ocupados.
O desafio estrutural persiste na baixa participação da população na força de trabalho, que se mantém como a menor do país (54,2%).

