
A popularização de procedimentos estéticos e cirurgias plásticas tem gerado um alerta entre especialistas sobre os riscos de intercorrências graves.
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A recomendação médica é que intervenções cirúrgicas, como lipoaspirações e liftings, sejam realizadas exclusivamente em hospitais equipados com Unidade de Terapia Intensiva (UTI).
Para o cirurgião plástico Dr. Davi Pontes, a banalização dos riscos é um perigo para o paciente.
Ele ressalta que mesmo procedimentos considerados simples envolvem conhecimentos complexos de anatomia e anestesia, exigindo profissionais altamente qualificados para lidar com possíveis complicações imediatas.
Infecções, hematomas e reações adversas cardiovasculares estão entre os problemas que podem surgir durante ou após a operação.
Ter uma estrutura de UTI à disposição garante que o tempo de resposta em emergências seja reduzido, aumentando significativamente as chances de recuperação total do paciente.
Antes de qualquer intervenção, é essencial verificar o registro do médico no CRM e sua especialização na área. O Dr.
Davi Pontes reforça que o resultado estético desejado jamais deve ser priorizado em detrimento da segurança clínica e da escolha criteriosa do ambiente hospitalar.

