
Por Acrísio Sena
Tive a oportunidade, ainda na década dos anos 1980, de trabalhar com mimeógrafos.
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Nas disputas do movimento estudantil e do Diretório Central dos Estudantes da Universidade Federal do Ceará (DCE-UFC), era assim que produzíamos nossos materiais, divulgávamos ideias e fazíamos o debate político chegar aos estudantes.
Depois vieram os sindicatos, a xerox, o telex, computador e a internet. Cada nova tecnologia mudou a forma de comunicar, organizar e produzir conhecimento.
Hoje, chegamos à Inteligência Artificial, talvez uma das transformações mais profundas dessa trajetória.
Olhar esse caminho é perceber o quanto o mundo mudou em poucas décadas.
Do mimeógrafo à Inteligência Artificial atravessamos uma verdadeira revolução tecnológica.
E o grande desafio continua sendo o mesmo: colocar a tecnologia a serviço das pessoas, da educação, do trabalho e do desenvolvimento.
O futuro não espera. Precisamos compreendê-lo, democratizar seu acesso e preparar nossa juventude – do campo e da cidade – para ser protagonista dessa nova era.
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