
O debate sobre o envio de tropas federais para as eleições no Ceará, possui uma cronologia de atos institucionais que antecede o apoio público recente do governador Elmano de Freitas (PT).
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Registros oficiais indicam que a movimentação em defesa do reforço na segurança foi iniciada por deputados da oposição e pelo Poder Judiciário.
O deputado estadual Alcides Fernandes (PL) protocolou, ainda em 3 de julho, um requerimento na Assembleia Legislativa solicitando a Força Nacional devido ao avanço de facções criminosas.
Posteriormente, em 15 de julho, o deputado federal André Fernandes (PL) buscou audiência no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para reforçar o pedido de apoio em 66 cidades cearenses.
Paralelamente, o TRE-CE identificou a necessidade de reforço federal após consultar magistrados de diversas zonas eleitorais sobre riscos ao processo de votação.
Na ocasião da consulta inicial, o Governo do Estado chegou a informar à Justiça Eleitoral que considerava as forças estaduais suficientes para garantir a ordem do pleito.
O aval público do governador Elmano de Freitas ocorreu apenas em 26 de julho, quando o tema já tramitava na instância superior em Brasília.
O TSE autorizou o envio das tropas por unanimidade, consolidando uma medida articulada previamente por parlamentares e técnicos do tribunal regional.

