
O período eleitoral tornou-se um cenário propício para crimes virtuais que utilizam engenharia social e inteligência artificial (IA).
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Segundo Alberto Jorge, CEO da Trust Control, os hackers aproveitam assuntos em alta para atrair vítimas e roubar dados pessoais ou corporativos.
Os ataques costumam ocorrer por meio de links falsos enviados via WhatsApp e SMS, explorando temas como listas de candidatos e áudios vazados.
Caso um dispositivo de trabalho seja infectado, a segurança de toda a empresa pode ser comprometida por vazamentos ou malwares.
A sofisticação dos golpes aumentou com o uso da IA para criar deepfakes e conteúdos sintéticos altamente convincentes.
Essas ferramentas facilitam a criação de vídeos e áudios falsos de autoridades, dificultando a identificação de fraudes pelo eleitor comum.
Para evitar prejuízos, especialistas recomendam desconfiar de mensagens suspeitas e verificar informações em portais de checagem oficiais.
Manter sistemas atualizados e adotar políticas de uso seguro em dispositivos corporativos são medidas essenciais de proteção.

