
Por Acrísio Sena
O Ceará saiu na frente na corrida pelo hidrogênio verde. Temos sol, vento, localização estratégica, infraestrutura e conhecimento. Mas o debate entra agora numa etapa decisiva: transformar pioneirismo em viabilidade comercial.
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A primeira emissão de nota fiscal de H2V no Brasil mostra que essa tecnologia começa a ultrapassar a fase dos projetos experimentais e buscar espaço real no mercado.
É exatamente aí que o Ceará precisa acelerar: reduzir custos, atrair indústrias, consolidar demanda e transformar o Complexo do Pecém em referência na nova economia de baixo carbono.
E essa transição exige gente preparada. O Centec realizou o primeiro curso profissionalizante em Hidrogênio Verde do Ceará, antecipando a formação dos trabalhadores para essa nova cadeia produtiva.
Não basta produzir energia verde. Precisamos torná-la competitiva e fazer dela instrumento de industrialização, inovação, emprego e renda.
O Ceará foi pioneiro na aposta. Agora precisa ser protagonista na transformação do H2V em negócio, indústria e oportunidade para o nosso povo.
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