
O Ceará criou cerca de 28,7 mil empregos formais entre janeiro e julho de 2026, mas a informalidade ainda é um desafio no Interior.
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Segundo estudo do Ipece, 91% dos municípios têm mais da metade da população ocupada trabalhando informalmente.
Em 31% das cidades, a informalidade supera 70%. Salitre registra uma das maiores taxas, com 88,2%, seguido por Parambu (80,1%), Aiuaba (79,8%) e Piquet Carneiro (78,9%).
Para o empresário e especialista em desenvolvimento regional Carlos Matos, o fortalecimento do agronegócio pode ampliar a oferta de empregos formais no Interior.
Segundo ele, o potencial está não apenas na produção rural, mas também em atividades como beneficiamento, armazenamento, transporte e comercialização.
Matos defende que o agro seja tratado como uma política permanente de desenvolvimento regional.
Para ele, a expansão da cadeia produtiva também pode gerar oportunidades em áreas como logística, comércio, manutenção, serviços e agroindústria.

