
Segundo informações divulgadas após a queda do sigilo do caso Master, a Polícia Federal já havia relacionado o ministro Dias Toffoli a um pagamento de R$ 3,5 milhões atribuído ao banqueiro Daniel Vorcaro.
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O caso envolve suspeitas sobre uma operação financeira e a atuação do ministro em um processo judicial.
A investigação também levantou questionamentos sobre uma mudança de posicionamento de Toffoli em um julgamento envolvendo precatórios de uma usina do setor sucroalcooleiro.
O episódio passou a integrar as apurações sobre possíveis relações entre o banqueiro e autoridades públicas.
O relatório da PF, mencionado na publicação, aponta que a movimentação financeira teria ocorrido no contexto de interesses ligados ao processo.
A apuração busca esclarecer a origem dos recursos, os envolvidos na transação e eventual relação com decisões judiciais.
A divulgação das informações ocorre em meio às investigações que envolvem Vorcaro e o Banco Master.
A relação entre o pagamento, que ocorreu a 7 meses, e a atuação do ministro é tratada como uma linha de investigação, não como comprovação de irregularidade.

