
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) formou maioria nesta sexta-feira, 11, para rejeitar o registro de candidatura de Pablo Marçal (PRTB) à Presidência da República nas eleições de 2026.
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A ação questiona a possibilidade de Marçal disputar o cargo devido à sua situação de inelegibilidade e a problemas relacionados à filiação partidária.
O empresário está impedido de concorrer a eleições até 2032 por decisão da Justiça Eleitoral.
A condenação que resultou na inelegibilidade ocorreu após a campanha de Marçal à Prefeitura de São Paulo, em 2024.
Na ocasião, ele promoveu concursos de cortes de vídeos eleitorais, prática considerada irregular pela Justiça.
O Ministério Público Eleitoral também apontou que o candidato não comprovou a filiação ao PRTB dentro do prazo legal.
Marçal estava vinculado ao União Brasil até abril, período em que se encerrou o prazo para a escolha do partido.
A análise do TSE ocorre após ações apresentadas pela deputada federal Tabata Amaral (PSB) e pela deputada estadual Paula Nunes (PSOL).
Com a maioria formada, a candidatura de Marçal fica sob risco de ser definitivamente barrada, conforme o resultado do julgamento.

