
O Banco Central retirou, a partir desta quinta-feira, 1º, o limite específico de R$ 500 por transação para o Pix por aproximação.
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A mudança altera as regras para pagamentos realizados com a tecnologia de aproximação do celular e permite que os valores sejam definidos de acordo com os parâmetros de cada instituição financeira.
Até então, as operações feitas por essa modalidade estavam submetidas a um teto de R$ 500. A regra havia sido estabelecida pelo Banco Central em 2024 e foi revogada posteriormente, com a alteração passando a valer oficialmente em outubro de 2026.
Com a nova regulamentação, o Pix por aproximação passa a seguir uma lógica semelhante à do Pix tradicional.
Dessa forma, os bancos e demais instituições financeiras ficam responsáveis por definir os limites de cada cliente, considerando critérios relacionados ao perfil e ao histórico de movimentações.
O usuário também poderá solicitar à instituição financeira uma alteração no limite disponível para esse tipo de pagamento. O pedido, porém, estará sujeito à análise do banco, que poderá aprovar ou não a mudança conforme seus critérios de segurança e avaliação do cliente.
O Pix por aproximação permite realizar pagamentos sem a necessidade de abrir o aplicativo do banco a cada operação. Para utilizar o recurso, a conta deve ser vinculada a uma carteira digital compatível, e o celular precisa estar habilitado para a tecnologia de aproximação.
A retirada do teto fixo não significa que as transações ficarão sem limites. Os valores continuarão sujeitos às regras estabelecidas pelas instituições financeiras e aos mecanismos de segurança aplicados às contas.
Com a mudança, pagamentos acima de R$ 500 poderão ser realizados por aproximação quando estiverem dentro do limite autorizado para o cliente.


