
Após a vitória de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sobre Flávio Bolsonaro (PL), lideranças do Centrão — incluindo Republicanos, União Brasil e PP, que apoiaram o candidato derrotado no segundo turno — já admitem uma reaproximação com o Palácio do Planalto.
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O objetivo é negociar a governabilidade para o quarto mandato do presidente eleito.
Dirigentes partidários, como Antonio Rueda (União Brasil) e Marcos Pereira (Republicanos), reconheceram publicamente o resultado das urnas.
Interlocutores como o deputado Ricardo Barros (PP-PR) destacaram que a busca por sustentação no Congresso faz parte do presidencialismo de coalizão e lembraram que o PT já mantém alianças com quadros dessas siglas em diversos estados.
No PT, o presidente nacional da sigla, Edinho Silva, ressaltou que a construção da base aliada é um processo distinto das coligações de campanha e indispensável para a formação de maioria parlamentar.
Paralelamente, o próprio presidente do PL, Valdemar Costa Neto, reconheceu o resultado eleitoral.
Dentro do Republicanos, apesar do aceno ao governo federal, a avaliação é de que o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, sai fortalecido como a principal liderança da oposição para os próximos anos.


