
O presidente da China, Xi Jinping, parabenizou Luiz Inácio Lula da Silva pela reeleição e defendeu o fortalecimento da cooperação entre os dois países.
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Em mensagem oficial divulgada nesta terça-feira, 27, pela agência estatal Xinhua, o líder chinês enfatizou a dimensão estratégica e global da relação bilateral, classificando-a como um modelo de unidade para o Sul Global e reafirmando o compromisso de levar a parceria estratégica a novos patamares.
O vice-presidente chinês, Han Zheng, também enviou felicitações ao vice-presidente Geraldo Alckmin.
O pleito brasileiro também gerou repercussão em outros países:
- Estados Unidos: O presidente Donald Trump questionou a votação ao alegar, sem apresentar provas, que o pleito “pareceu fraudado” devido à prorrogação pontual do horário de votação. Apesar disso, declarou que gosta do presidente brasileiro. O assessor de assuntos internacionais do Planalto, Celso Amorim, rebateu as declarações, afirmando que o líder americano estava “mal informado”.
- Contestação do resultado: O candidato derrotado, Flávio Bolsonaro (PL), contestou a decisão do ministro Cristiano Zanin (STF), que estendeu a votação até as 19h em seções com filas e intercorrências. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) informou que apenas 35 mil pessoas votaram após as 17h, margem significativamente inferior à vantagem de 4,4 milhões de votos obtida por Lula.
- América Latina: Líderes regionais como Abelardo de la Espriella (Colômbia) e Keiko Fujimori (Peru) reconheceram a vitória do petista, enquanto o presidente argentino Javier Milei ainda não havia se pronunciado.


